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Preço SICRO 4011403 por Estado — Abr/2026

Preço Composição SICRO 4011403 por estado em R$ por m²
EstadoUFCusto (R$/m²)
AlagoasALR$ 0,52
Distrito FederalDFR$ 0,52
Espírito SantoESR$ 0,52
ParaíbaPBR$ 0,52
PernambucoPER$ 0,52
Rio Grande do NorteRNR$ 0,52
SergipeSER$ 0,52
AcreACR$ 0,53
CearáCER$ 0,53
Minas GeraisMGR$ 0,53
PiauíPIR$ 0,53
TocantinsTOR$ 0,53
BahiaBAR$ 0,54
GoiásGOR$ 0,54
MaranhãoMAR$ 0,54
Mato Grosso do SulMSR$ 0,54
RondôniaROR$ 0,54
Rio Grande do SulRSR$ 0,54
Santa CatarinaSCR$ 0,54
Mato GrossoMTR$ 0,55
São PauloSPR$ 0,55
AmazonasAMR$ 0,56
Rio de JaneiroRJR$ 0,56
RoraimaRRR$ 0,56
ParáPAR$ 0,57
ParanáPRR$ 0,57
AmapáAPR$ 0,59

Fonte: DNIT. Referência: 2026-04. Preços em R$ por m².

Rollup da composição analítica

A — Equipamentos
87.1% · R$ 1.415,65
B — Mão de obra
12.9% · R$ 209,73
C — Materiais
0.0% · R$ 0,02

B — Mão de Obra12.9% do custo analítico

CódigoDescriçãoQtd.Unid.Custo Total
P9824Servente10hR$ 209,73

C — Materiais0.0% do custo analítico

CódigoDescriçãoQtd.Unid.Custo Total
M1949Emulsão asfáltica - RL-1C0,0005tR$ 0,00
M0222Filer calcário0,0525kgR$ 0,02

Caderno Técnico — Pavimentação

Fonte: DNIT — SICRO (Cadernos Técnicos v1.1)

Baixar Caderno (ZIP)

Caderno Técnico DNIT — Lama asfáltica

Metodologia executiva

A modelagem referencial adotada na concepção das composições de custos do serviço pressupõe a execução das seguintes etapas:  abastecimento da usina móvel com os insumos: água por meio de caminhão tanque, agregados por meio de carregadeira de pneus e emulsão asfáltica por meio de tanques de estocagem;  dosagem e homogeneização dos materiais por meio de usina móvel;  distribuição da mistura por meio de usina móvel;  acabamento manual da mistura em pista.

DNIT — Caderno Técnico SICRO 4ª ed. v1.1, seção 2.8.1

Introdução Metodológica

1 INTRODUÇÃO O presente caderno técnico compreende as diretrizes metodológicas utilizadas na elaboração das composições de custos associadas ao grupo de serviços de pavimentação, bem como os memoriais de cálculo descritivo desenvolvidos para a obtenção dos parâmetros empregados. Contextualizando acerca do tema, pavimentação consiste no conjunto de atividades destinadas à construção do pavimento. Sua estrutura é composta por múltiplas camadas, executadas em espessuras finitas, implantadas sobre a superfície final de terraplenagem, possuindo por função resistir aos esforços oriundos do tráfego de veículos e intempéries, proporcionando aos usuários adequada condição de rolamento, conforto, economia e segurança. De forma genérica, o pavimento rodoviário é classificado em flexível e rígido, cujos elementos básicos estruturais são apresentados no croqui constante da figura 1. Figura 1 - Estrutura dos pavimentos rígido e flexível (a) Rígido: Concreto-cimento (corte longitudinal) (b) Flexível: Asfáltico (corte transversal) Fonte: BERNUCCI, L. B; MOTTA, L. M. G; CERATI, J. A. P; SOARES, J. B. Pavimentação asfáltica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Bernucci et al., 2022. 1.1 Parâmetros referenciais Visando padronização nos mecanismos utilizados para determinar as produções horárias de equipamentos e serviços, foram definidos métodos específicos para a concepção de memórias e formulações associadas, cuja classificação segue os seguintes preceitos:  método teórico;  método empírico: - aferição em obra; - referencial técnico especializado; - referencial histórico consolidado. O método teórico consiste no desenvolvimento de expressões matemáticas que reproduzem o desempenho dos equipamentos durante o processo de execução dos serviços, levando em consideração dados de operação e característi

Critérios de Medição

Critérios de medição A medição do serviço de regularização do subleito deve ser realizada em metros quadrados, em função da área de plataforma efetivamente executada. 2.1.2 Regularização do subleito com fresagem corte e controle automático de greide O serviço consiste na execução de operação destinada a conformar o leito estradal, transversal e longitudinalmente, por meio de corte limitado à espessura máxima de 20 cm. A atividade é desenvolvida em uma única passada do equipamento, possuindo capacidade de descartar o excesso de material proveniente do corte, de modo a garantir a geometria da seção-tipo com elevada produtividade. 2.1.2.1 Dispositivos legais e técnico-normativos As premissas em

Perguntas Frequentes — SICRO 4011403

O que é a composição SICRO 4011403?

SICRO 4011403 é "Lama asfáltica - faixa II - areia extraída e brita produzida" (unidade: m²), pertencente à categoria Regularização e Sub-base. Os custos são determinados pelo DNIT conforme a referência SICRO mais recente.

Em qual estado o custo SICRO 4011403 é mais barato?

O menor custo registrado para SICRO 4011403 é R$ 0,52 em Alagoas (AL), referência Abr/2026. O maior custo é R$ 0,59 em Amapá (AP).

Qual o custo SICRO 4011403 em São Paulo?

Em São Paulo (SP) a composição SICRO 4011403 custa R$ 0,55 por m², referência Abr/2026.

Qual o custo SICRO 4011403 no Mato Grosso?

No Mato Grosso (MT) a composição SICRO 4011403 custa R$ 0,55 por m², referência Abr/2026.

Como o DNIT calcula os custos SICRO?

O DNIT calcula os custos SICRO com base em insumos (materiais, equipamentos e mão de obra) com preços coletados regionalmente, aplicando encargos sociais específicos de cada estado. A metodologia está descrita no Manual de Custos de Infraestrutura de Transportes do DNIT.

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O SINAPI é a referência da Caixa Econômica Federal para obras prediais e saneamento — diferente do SICRO (DNIT), que cobre infraestrutura rodoviária. Veja tabela SINAPI 2026 — referência Caixa Econômica Federal — Mais de 10.000 composições e insumos para obras prediais e saneamento.

Composição SICRO 4011403 — Lama asfáltica - faixa II - areia extraída e brita produzida. Categoria: Regularização e Sub-base. Unidade de medida: m². Fonte: SICRO/DNIT, referência Abr/2026. Os custos são referenciais e variam por estado conforme encargos sociais, preços de insumos e condições regionais.