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Preço SICRO 4011450 por Estado — Abr/2026

Preço Composição SICRO 4011450 por estado em R$ por t
EstadoUFCusto (R$/t)
TocantinsTOR$ 194,02
Espírito SantoESR$ 205,73
PiauíPIR$ 206,43
Rio de JaneiroRJR$ 209,92
Mato Grosso do SulMSR$ 210,96
Mato GrossoMTR$ 213,28
AlagoasALR$ 215,59
MaranhãoMAR$ 217,10
SergipeSER$ 218,01
São PauloSPR$ 218,80
AcreACR$ 219,20
Rio Grande do SulRSR$ 221,70
PernambucoPER$ 223,74
ParanáPRR$ 223,90
Minas GeraisMGR$ 224,55
ParaíbaPBR$ 225,00
Santa CatarinaSCR$ 226,96
CearáCER$ 228,01
Rio Grande do NorteRNR$ 228,05
BahiaBAR$ 230,60
GoiásGOR$ 237,30
RondôniaROR$ 239,87
Distrito FederalDFR$ 241,41
ParáPAR$ 251,02
RoraimaRRR$ 257,41
AmapáAPR$ 258,96
AmazonasAMR$ 264,80

Fonte: DNIT. Referência: 2026-04. Preços em R$ por t.

Rollup da composição analítica

A — Equipamentos
87.2% · R$ 1.142,25
B — Mão de obra
12.8% · R$ 167,79
C — Materiais
0.0% · R$ 0,00

B — Mão de Obra12.8% do custo analítico

CódigoDescriçãoQtd.Unid.Custo Total
P9824Servente8hR$ 167,79

Caderno Técnico — Pavimentação

Fonte: DNIT — SICRO (Cadernos Técnicos v1.1)

Baixar Caderno (ZIP)

Caderno Técnico DNIT — Areia asfalto a quente (com e sem polímero)

Metodologia executiva

A modelagem referencial adotada na concepção das composições de custos do serviço pressupõe a execução das seguintes etapas:  usinagem de areia asfalto a quente;  descarga da mistura em vibroacabadora por meio de caminhão basculante;  distribuição do material por meio da vibroacabadora;  compactação primária por meio do rolo liso vibratório;  compactação secundária e acabamento por meio do rolo de pneus.

DNIT — Caderno Técnico SICRO 4ª ed. v1.1, seção 2.6.5

Introdução Metodológica

1 INTRODUÇÃO O presente caderno técnico compreende as diretrizes metodológicas utilizadas na elaboração das composições de custos associadas ao grupo de serviços de pavimentação, bem como os memoriais de cálculo descritivo desenvolvidos para a obtenção dos parâmetros empregados. Contextualizando acerca do tema, pavimentação consiste no conjunto de atividades destinadas à construção do pavimento. Sua estrutura é composta por múltiplas camadas, executadas em espessuras finitas, implantadas sobre a superfície final de terraplenagem, possuindo por função resistir aos esforços oriundos do tráfego de veículos e intempéries, proporcionando aos usuários adequada condição de rolamento, conforto, economia e segurança. De forma genérica, o pavimento rodoviário é classificado em flexível e rígido, cujos elementos básicos estruturais são apresentados no croqui constante da figura 1. Figura 1 - Estrutura dos pavimentos rígido e flexível (a) Rígido: Concreto-cimento (corte longitudinal) (b) Flexível: Asfáltico (corte transversal) Fonte: BERNUCCI, L. B; MOTTA, L. M. G; CERATI, J. A. P; SOARES, J. B. Pavimentação asfáltica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Bernucci et al., 2022. 1.1 Parâmetros referenciais Visando padronização nos mecanismos utilizados para determinar as produções horárias de equipamentos e serviços, foram definidos métodos específicos para a concepção de memórias e formulações associadas, cuja classificação segue os seguintes preceitos:  método teórico;  método empírico: - aferição em obra; - referencial técnico especializado; - referencial histórico consolidado. O método teórico consiste no desenvolvimento de expressões matemáticas que reproduzem o desempenho dos equipamentos durante o processo de execução dos serviços, levando em consideração dados de operação e característi

Critérios de Medição

Critérios de medição A medição do serviço de regularização do subleito deve ser realizada em metros quadrados, em função da área de plataforma efetivamente executada. 2.1.2 Regularização do subleito com fresagem corte e controle automático de greide O serviço consiste na execução de operação destinada a conformar o leito estradal, transversal e longitudinalmente, por meio de corte limitado à espessura máxima de 20 cm. A atividade é desenvolvida em uma única passada do equipamento, possuindo capacidade de descartar o excesso de material proveniente do corte, de modo a garantir a geometria da seção-tipo com elevada produtividade. 2.1.2.1 Dispositivos legais e técnico-normativos As premissas em

Perguntas Frequentes — SICRO 4011450

O que é a composição SICRO 4011450?

SICRO 4011450 é "Areia asfalto a quente com asfalto polímero - faixa B - areia comercial" (unidade: t), pertencente à categoria Regularização e Sub-base. Os custos são determinados pelo DNIT conforme a referência SICRO mais recente.

Em qual estado o custo SICRO 4011450 é mais barato?

O menor custo registrado para SICRO 4011450 é R$ 194,02 em Tocantins (TO), referência Abr/2026. O maior custo é R$ 264,80 em Amazonas (AM).

Qual o custo SICRO 4011450 em São Paulo?

Em São Paulo (SP) a composição SICRO 4011450 custa R$ 218,80 por t, referência Abr/2026.

Qual o custo SICRO 4011450 no Mato Grosso?

No Mato Grosso (MT) a composição SICRO 4011450 custa R$ 213,28 por t, referência Abr/2026.

Como o DNIT calcula os custos SICRO?

O DNIT calcula os custos SICRO com base em insumos (materiais, equipamentos e mão de obra) com preços coletados regionalmente, aplicando encargos sociais específicos de cada estado. A metodologia está descrita no Manual de Custos de Infraestrutura de Transportes do DNIT.

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O SINAPI é a referência da Caixa Econômica Federal para obras prediais e saneamento — diferente do SICRO (DNIT), que cobre infraestrutura rodoviária. Veja tabela SINAPI 2026 — referência Caixa Econômica Federal — Mais de 10.000 composições e insumos para obras prediais e saneamento.

Composição SICRO 4011450 — Areia asfalto a quente com asfalto polímero - faixa B - areia comercial. Categoria: Regularização e Sub-base. Unidade de medida: t. Fonte: SICRO/DNIT, referência Abr/2026. Os custos são referenciais e variam por estado conforme encargos sociais, preços de insumos e condições regionais.